sexta-feira, 28 de setembro de 2007
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Horizonte
sexta-feira, 13 de julho de 2007
De volta!!

Se olhar para a minha vida há 2 semanas e meia, nem acredito que ela era realmente minha.
Se olhar para o que era a minha vida há dois meses, então, nem acredito que aquela pessoa era eu!
A minha vida mudou radicalmente de algumas semanas para cá.
Sinto que cresci uns anos, sinto que, sem sombra de dúvida, eu não sou a mesma pessoa. As minhas ideias, os meus hábitos, as minhas companhias, tudo isto mudou.
Entrei num mundo, durante um mês, do qual não me orgulho de ter estado, mas que apesar de não ter sido bom, me ensinou bastante, pelo menos ensinou-me a não voltar a ir por ai. Apesar de tudo, é essencial cometer uns erros de vez em quando. Dói, arrependo-me, mas não lhe posso tirar a importância que teve para o meu desenvolvimento.
Renasci!
Pertenço a outro grupo, faço coisas que nunca fiz, experimento muito mais. E o mais importante de tudo, sinto-me muito mais feliz. Aproveito muito mais a minha vida. Aproveito-a com mais prazer, com loucura medida, mas sem dúvida, de um modo muito mais seguro!
Assim, sinto-me de novo em jogo.
Tive dois “game over” tão seguidos que quase não os consigo distinguir. Tive de fazer “reset” a uma data de coisas na minha vida, uns “upgrades”, “downloads” e “uploads”.
Sinto-me mais do que nunca preparada para jogar, mas desta vez pretendo-o fazer com toda a consciência, de um modo seguro e fidedigno, deixar a ingenuidade de lado.
Game on!
terça-feira, 26 de junho de 2007
The end
sábado, 9 de junho de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007
sexta-feira, 18 de maio de 2007
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Viva as "cavalonas"

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado juntando
O antes o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém
Porque você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando agente gosta
É claro que agente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora
(Peninha)
Porque nada volta para trás!
Porque nada se repete!
Porque vocês ficaram gravadas no meu coração!
Porque eu não esqueço a felicidade que vivi convosco!
Porque tenho saudades vossas!
Porque a amizade está acima de tudo!
Porque vos adoro!
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Estou de luto
Estou triste.
De rastos.
À procura do sentido da Vida.
Não faz sentido não estares aqui ao meu lado.
Não faz sentido não poder voltar a ouvir a tua voz.
Não faz sentido teres ido...
Nada faz sentido!
Gosto muito de ti!
Estás dentro de mim, eu sinto-te, eu sou a tua continuação!
Estejas onde estiveres... fazes-me falta!
Fica sempre tanta coisa por dizer...
Tanta coisa para se viver...
Sinto a tua falta!
quinta-feira, 19 de abril de 2007

Ontem estava a ir para casa a pé, eram quase 23horas, ao passar por uma igreja chamou-me a atenção umas vozes e risadas que vinham do jardim da casa ao lado da igreja. Os autores de tal barulho eram umas 6 pessoas a volta de uma mesa a falar.
De repente fui inundada por uma churrada de memórias: quando era muito pequena e ficava a porta de casa sentada ao lado dos meus avós a saborear a frescura da noite; uma noite sentada no telhado com uma amiga, sentindo uma felicidade que raramente sinto e que me enche a alma! Um beijo apaixonado numa varanda como conclusão de uma longa conversa...
Cheguei a conclusão que, para mim, este simples acto de estar na rua à noite a falar nas noites quentes é o expoente máximo da felicidade!
Ainda não é Verão, mas ontem a noite, para estes lados, estava muito agradável e eu perdi-me nestes pensamentos, esperando que o Verão chegue depressa e que tenha sempre amigos e família para partilhar esta minha pequena felicidade!
sábado, 14 de abril de 2007

A pedido de muitas famílias aqui vai a anedota do "galo":
Um senhor tinha um galinheiro. No entanto, o galo já era velhote e já não "tomava conta do assunto" como antigamente, então decide-se a comprar um galo novo!
Chega a casa com o galo novo, põe-o na capoeira e este começa logo a marcar território.
Galo Novo- estas galinhas são todas minhas.
Galo Velho- não sejas assim, eu sei que tu és novo e cheio de força mas deixa-me pelo menos uma galinha.
GN- não, são todas minhas. Agora quem manda aqui sou eu.
GV- epá, deixa-me pelo menos a Jurema que já está tão velhota e já nem se mexe bem!
GN- Não, são todas minhas.
GV- então, fazemos uma corrida, se tu ganhares ficas com as galinhas todas, se eu ganhar deixas-me a Jurema e a Jestrudes!
O galo novo pensa que é impossivel perder a corrida, afinal o outro mal se conseguia mexer e aceita o desafio.
GV- ok, então damos uma volta ao quintal, quem chegar aqui primeiro ganha. Mas, como eu estou muito velho podes-me dar uns 5 metros de avanço, pode ser?
GN- tudo bem, eu vou ganhar-te na mesma.
O galo velho começa a correr, a correr e quando está a 5 metros do outro o galo novo também se põe a correr para tentar apanhar o galo velho.
Correm, correm, quando o galo novo estava quase a chegar ao galo velho o dono dos galos, zumba, corta o pescoço ao galo novo.
Dono- Já é o terceiro galo que compro esta semana e saiem-me todos maricas.
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Escadas de emêrgencia II

Estavamos mais uma vez numas escadas de um prédio, entre o penúltimo e o ante-penúltimo andar como sempre.
Como estavamos descontraidos: já o tinhamos feito ali, sem nenhum problema, nem sequer tinhamos apanhado nenhum susto; fizemos as coisas nas calmas, e para a posição ser um pouco mais confortável para os dois, eu tirei um dos sapatos e a perna das calças correspondentes... estavamos nós a acabar o festim, quando ouvimos vozes nas escadas...vindas de cima, mas não desatámos a correr porque podia ser falso alarme e não há nada pior que correr de calças na mão para depois descobrir que afinal não foi nada. Pusemo-nos alerta, de orelhas no ar, as minhas orelhas de lebre a movimentarem-se em todas as direcções para tentar acompanhar a evolução das vozes.
Até que o pior aconteceu, não, não fomos apanhados, portanto não foi o pior, foi o "quase pior". As vozes começaram a vir na nossa direcção acompanhadas de passos. Vestimo-nos em três tempos e vamos embora que se faz tarde, saímos dali em poucos segundos.
Chamamos o elevador já cheios de calma (aparente, pelo menos).
Estava eu a arranjar as calças... e reparo numa coisa: só tenho um sapato, onde está o outro?
Pois é, aqui a miss, saiu a correr das escadas para fora, era verdade que já ia vestidinha, mas faltava-me um sapato, qual cinderela dos tempos modernos.
-Ená pá, esqueci-me lá do outro sapato.
-Hahahahahaha, tu para deixares provas estás boa... imagina lá se a mulher encontra lá o sapato...e melhor tu há procura dele...hehehehehehe
Abri a porta das escadas devagarinho, espreitei lá para dentro e lá estava ele, todo torto e com ar de quem tinha sido abandonado! Peguei no meu sapatito (não era de cristal, mas pouco lhe faltava).
Zarpamos dali e fomos a rir que nem malucos para a rua!
Assim foi mais um episódio da miss paris nas escadas de emergência!
Juro que não é só em escadas que eu tenho aventuras... um dia destes vou fazer um exercício mental e vou descobrir outras aventuras que não sejam em escadas!
A rata e o sapo

Uma rata estava em cima de um nenúfar preparando-se para comer um sapo que estava num outro nenúfar. Estava a rata a fazer os cálculos para saltardemodo a o sapo não lhe escapar quando aparece à volta do sapo uma libelinha; a rata pensa:
- Bem, se eu deixar que o sapo coma a libelinha, como não só o sapo como também a libelinha e só tenho trabalho em apanhar o maior.
E assim foi o sapo estica a língua e come a libelinha. A rata fica feliz com o seu raciocínio!
A rata voltou a fazer os cálculos para saltar e, quando estava quase, aparece uma mosca à volta do sapo e mais uma vez pensa que se deixar o sapo comer a mosca, mais nuntritiva vai ficar a sua refeiçao; enquanto pensava nisto, pumba, o sapo comeu a mosca; voltou a fazer as contas para o salto e quando estava quase aparece-lhe outra libelinha; a rata volta a deixar o sapo comer a libelinha.
Já farta de esperar, pensa: é desta que vou saltar para cima do sapo, apareça o que aparecer.
Fez os cálculos, prepara-se para saltar e vum... saltou; a meio do salto passa uma leve brisa que desloca os nenúfares e, pimba, a rata cai à água!
Conclusão: quantos mais os preliminares mais molhada fica a rata!
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